Relato Conhecer a Vida Humana – Janeiro/19

Ao longo dessa semana de curso senti que estava me aprofundando na pesquisa sobre o ‘eu’, que adquiri ferramentas (mas praticar ‘é que são elas’) para reconhecer o que é pensamento e o que é o ‘eu’ da consciência, o que eu acho que sou, que também é parte do pensamento.

Tudo que faço, falo, penso e sinto é produto, manifestação do que está na base, na essência. A partir disso parece ser possível usar dessas manifestações como pistas para pesquisar o que há na essência.

Reconhecendo a minha interdependência com todas as coisas do mundo, entendo que minhas escolhas se dão dentro do que me é possível perceber como opções que o mundo tornou possíveis.

Parece que nessa investigação da essência fica possível enxergar o que é o estado original do coração: curioso, sereno, amável, disponível, leve e em harmonia com as pessoas e o meio em que vivo.

Quando me mantenho curioso, querendo aprender, dou margem a dúvida, me mantenho aberto. Quando acho que já sei de algo, que já entendi, fecho o pensamento com definições e certezas. Nesse sentido crescer é justamente se despir de crenças e certezas para com isso poder ir abrindo mais e mais o coração e se permitir ir ampliando as possibilidades de ser.

Nesse momento estou olhando de onde vem os pensamentos de ‘Não posso’ e ‘Tenho que fazer’, ‘Tem que fazer’ que surgem em vários momentos, e também para a maneira humana de pensar ‘problemas’ e ‘soluções’. Existe problema?

Parece que essa forma de pensar restringe a investigação, não leva a olhar para a essência e limita as maneiras que consigo enxergar para lidar com cada situação. Lida, se propõe a resolver a manifestação que percebo como problema, mas não muda o que está na base.

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