ideal de sociedade

um ideal, de sociedade
um ideal, das conexões de pessoas com pessoas
um ideal, (imperceptível) que já existe dentro de si
algo que todos e qualquer um já tem, já sabem

a não ser que haja fixações,
pensamentos fixos (e emocionais): – eu sou assim, eu era assim. . .
encobrindo

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a base

viver com a base no: [ fazer ] ? ou [ conhecer ]?

de
a) viver fazendo coisas, fazendo regras, fazendo casa, fazendo amor, fazendo amizade, fazendo harmonização, fazendo dança, fazendo aproximação, fazendo não violência, fazendo . . .

para
b) viver conhecendo a verdade, conhecendo o outro, conhecendo os princípios, conhecendo os fundamentos, conhecendo os fatos, conhecendo que não conhece, conhecendo a vida, conhecendo o amor, conhecendo a pessoa, conhecendo. . .

de
a) viver fazendo: superficial, aparência, segue o estabelecido, segue a regra, bom e ruim, hierarquia, segue o carismático, harmonização na aparência, tornar se “um” na aparência, ênfase na ambientação sonora/visual para a unificação e harmonização. . .

para
b) viver conhecendo: tenta aprofundar, examinar, pesquisar a partir do zero, viver como ser humano, interesse pelo original/essencial, coração original, a segurança original, a prática autônoma a partir da pessoa. . .

1+

o básico do básico

vamos pelo básico do básico
a prioridade número um:
inexistência absoluta do apego a si (complexos de superioridade-inferioridade, emoções de competição / emoções de ganha-perde / emoções de superior-inferior / emoções de confronto)

– como realizar isso?

1+

tenho que

tem traumas
tem sofrimentos
querer “resolver” os seus problemas
a pressão interna de “tenho que fazer, tenho que me curar, tenho que crescer”, tudo isso atrapalha.

melhor ir pelo caminho da “diversão”, “conforto”, “folga”, “relaxamento”, procurar uma posição de equilíbrio dentro de si.

querer conhecer a si, ter interesse genuíno sobre o seu próprio funcionamento, fazer isso com folga, divertidamente como se fossem brincadeiras.

perceber a pressão interna e dissolver

identificar e escapar do medo internalizado
não há outro jeito a não ser começar pelo “conforto adequado”

caso contrário,
a tensão só gera tensão

com outro nome

2+

Simples complicado

Complico para acessar o simples

Para pedir algo, dou muita volta.
Porque faço assim?

Sinto medo que sintam que eu sou “mão de vaca”.
Então abro mão de todo o meu leite e as vezes fico sem.

Meu primogênito e sua mulher querem sentir libertos seus corpos para satisfazer os desejos do corpo em relação a outros.

Ela me contou isso.
Me pergunto : será possível? E o ciúme e o risco da paixão?
Mas sem contar um para o outro o que está rolando.

Então ?
Parece a hipocrisia de sempre. !?!
Carrego comigo o trauma da minha irmã que morreu depois de abrir o casamento.

Parece simples. Abrir casamento parece complicado.
Sinto cheiro de – “não vai dar certo”

Minha nora passeia por aí, fazendo cursos presenciais em SP
Me sinto insegura, medo de pegar o vírus, e de pedir para ela me contar como é isso.

Porque ?

Minha vida vale menos que a dela?
Quero ficar com os netos.

Tenho que correr um risco ao ficar com os netos?
Receber seus beijinhos quando volta ?
Pegar covid ?

1+

fazer cerimônia

Em 2018, comprei quatro malas.
Uma delas, está aqui em casa agora.
A mala vermelha deve estar com a Marceline na Suíça.
Dois delas, Kenji levou e não trouxe de volta.
Mandei mensagens para Marceline e Nanako.
Resposta que chegou da Marceline foi de que a vermelha está com ela.
Antes de receber a resposta, pensei que a Marceline deve estar com a intensão de usar para a Suíça em dezembro.
Marceline mesma, não falou isso, mas pensei assim porque esses últimos anos, ao voltar da Suíça, ela não tem devolvido as malas para mim.
Hum . . . é isso. . . O que eu quero mesmo é usar a mala vermelha. Pensei assim.
Eu me perguntei . . . Nesses momentos, por que será que não consigo dizer: “eu quero usar” ?
Parece que mente gira rápido, crio alguma imagem, algo como se eu fosse repreendida.
Das malas que Kenji-san levou, uma está com Nanako e a outra, parece que Miyoko-san está cuidando dela.
Mesmo em relação a Nanako, eu acabo pensando que ela está contando com ela, e pretende usá-la.
Apenas existe a minha vontade de usá-la, mas a sensação é que existe algo aí que faz com que eu não consiga falar.
Tem alguma causa que faz com que eu fique irritada, eu comigo mesma, com esse eu desse jeito.
Pensei assim.

スーツケースを2018年に4個買った。
 今、家には1個ある。
 赤いのはマルセリンとスイスにいるはず。
 2個は賢治さんが持って帰ってこれなかった。
 マルセリンと奈々ちゃんにメッセージ送ってみた。
 マルセリンから、赤いのは自分が持ってると返信が来た。
 私は返信が来る前から、マルセリンは12月のスイス行きに使うつもりしてるだろうな、と思ってた。
 マルセリンはそんなこと言ったことない、けど、この数年、スイスから帰ってきてもスーツケースは返してくれなかったのでそう思ってた。
 あ、そうか。私は赤いスーツケースを使いたいんだな、と思った。
 こういう時、私が使いたいと言えない、のはなんでなんだろうな、と思った。
 なんか頭が先回りして、怒られるようなイメージがあるな。
 賢治さんの持って行ったのは1個は奈々ちゃんが持ってて、1個は美代子さんが管理しているっぽい。(まだ返信無い。)
 奈々ちゃんに対しても使うつもりにしてるのかなとか考えちゃうな。
 自分が使いたいっていうのがただあるだけなのに、なにか言えないのがある感じ。
 そういう自分で勝手にいらいらしちゃう原因があるんだな、って思った。

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Prevenção de acidentes [07/09/2020]

Aquele dia o Félix cortou o dedo de novo na marmitaria e a gente conversou sobre assunto no encontro as one da academia, eu fiquei com isso na cabeça e hoje trabalhando eu pensei o seguinte e vou tentar escrever.


Ali no trabalho as facas estão afiadíssimas e qualquer um segundo de descuido é suficiente para cortar o dedo, acontecer um acidente.


Enquanto trabalha, dá vontade de olhar o relógio, as vezes vem alguém falar alguma coisa, às vezes a cabeça vai para algum pensamento, então, acho que para não acontecerem acidentes o problema não está em fazer concentrando no trabalho. 


Por mais que queira, estar constantemente plenamente concentrado eh impossivel.


Acho que precisa incorporar uma maneira de trabalho onde cada movimento do corpo está baseado em não acontecer acidentes.

Acho que nao eh exagerar tentar chegar a um ponto que mesmo que os olhos não vejam, os movimentos são seguros e precisos.


Ao aprender violão clássico, a premissa básica é que cada nota seja bonita, perfeita. Vai aprendendo a partir disso. Além disso, a postura do corpo, tocar sem precisar fazer forca, de maneira que mesmo tocando por muito tempo não fique cansado no final. Depois de estabelecer isso vai trabalhando devagarinho a velocidade e a técnica. 


Qualquer coisa eh assim, esporte, dirigir um carro.

No caso do trabalho, de maneira que não aconteça acidentes, que o corpo não canse, acho que se não trabalhar cada movimento do corpo visando isso, alguma hora vai acontecer um acidente.


Primeiro de tudo eh se estou realmente buscando uma maneira de trabalhar que não tem em absoluto nenhum acidente. 

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Dinheiro, segurança (?), espelho e criança

Conversando na reunião hoje, percebi que embora racionalmente eu entenda que o dinheiro não seja uma necessidade em si e que talvez não seja o que a minha essência realmente queira, ele entra como algo que preenche para mim uma parte de mim que queria muito segurança e uma certeza de uma sobrevivência digna, com conforto e paz. Só que acaba sendo algo muito ilusório porque o dinheiro é por definição algo que acaba, e fica meio estranho buscar um preenchimento dessa vontade de segurança com algo finito, e me parece que o medo da perda e da pressão por TER mais e mais vem dessa escolha de usar o dinheiro como essa estratégia de preenchimento.


Ao mesmo tempo, parece que o caminho passaria por abraçar a possibilidade de que essa segurança não exista, não seja possível, ao olhar a natureza vejo que as coisas estão em constantes mudanças, olho para mim e para as coisas à minha volta e VEJO e ACREDITO nelas paradas, mas já me convenceram que os átomos e micropartículas estão em constante movimento, então não seria a própria ideia de segurança atrelada a estabilidade uma ilusão?


O desenho da vaquinha e a reflexão proposta fazem muito sentido para mim e já há algum tempo venho tentando olhar para as coisas que me chamam a atenção em outras pessoas e invocam reações de raiva ou repulsa tentando virar esse espelho para mim mesmo e tentar ver o que essa raiva e repulsa talvez informem sobre mim mesmo, talvez uma parte de mim que eu esteja querendo não ver e excluir? Se eu faço parte da humanidade, e também as pessoas que agem de formas que para mim são repugnantes, será que eu não tenho dentro de mim as mesmas coisas que levam elas a essas ações?


Me entristece olhar para o trecho que fala da criança e da fofura daquele olhar mais “puro”, sinto um luto e uma tristeza por uma leveza e uma curiosidade que em algum ponto eu sinto que perdi (ou escondi bem fundo?) e estou tentando achar de volta e juntar essas pecinhas. E uma vontade de sim olhar com carinho, respeito e levar a sério as crianças à minha volta e principalmente essa criança dentro de mim que ficou esquecida e desprezada, por mim mesmo.

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