Simples complicado

Complico para acessar o simples

Para pedir algo, dou muita volta.
Porque faço assim?

Sinto medo que sintam que eu sou “mão de vaca”.
Então abro mão de todo o meu leite e as vezes fico sem.

Meu primogênito e sua mulher querem sentir libertos seus corpos para satisfazer os desejos do corpo em relação a outros.

Ela me contou isso.
Me pergunto : será possível? E o ciúme e o risco da paixão?
Mas sem contar um para o outro o que está rolando.

Então ?
Parece a hipocrisia de sempre. !?!
Carrego comigo o trauma da minha irmã que morreu depois de abrir o casamento.
Sinto cheiro de – “não vai dar certo”

Minha nora passeia por aí, fazendo cursos presenciais em SP
Me sinto insegura, medo de pegar o vírus, e de pedir para ela me contar como é isso.

Porque ?

Minha vida vale menos que a dela?
Quero ficar com os netos.

Tenho que correr um risco ao ficar com os netos?
Receber seus beijinhos quando volta ?
Pegar covid ?

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fazer cerimônia

Em 2018, comprei quatro malas.
Uma delas, está aqui em casa agora.
A mala vermelha deve estar com a Marceline na Suíça.
Dois delas, Kenji levou e não trouxe de volta.
Mandei mensagens para Marceline e Nanako.
Resposta que chegou da Marceline foi de que a vermelha está com ela.
Antes de receber a resposta, pensei que a Marceline deve estar com a intensão de usar para a Suíça em dezembro.
Marceline mesma, não falou isso, mas pensei assim porque esses últimos anos, ao voltar da Suíça, ela não tem devolvido as malas para mim.
Hum . . . é isso. . . O que eu quero mesmo é usar a mala vermelha. Pensei assim.
Eu me perguntei . . . Nesses momentos, por que será que não consigo dizer: “eu quero usar” ?
Parece que mente gira rápido, crio alguma imagem, algo como se eu fosse repreendida.
Das malas que Kenji-san levou, uma está com Nanako e a outra, parece que Miyoko-san está cuidando dela.
Mesmo em relação a Nanako, eu acabo pensando que ela está contando com ela, e pretende usá-la.
Apenas existe a minha vontade de usá-la, mas a sensação é que existe algo aí que faz com que eu não consiga falar.
Tem alguma causa que faz com que eu fique irritada, eu comigo mesma, com esse eu desse jeito.
Pensei assim.

スーツケースを2018年に4個買った。
 今、家には1個ある。
 赤いのはマルセリンとスイスにいるはず。
 2個は賢治さんが持って帰ってこれなかった。
 マルセリンと奈々ちゃんにメッセージ送ってみた。
 マルセリンから、赤いのは自分が持ってると返信が来た。
 私は返信が来る前から、マルセリンは12月のスイス行きに使うつもりしてるだろうな、と思ってた。
 マルセリンはそんなこと言ったことない、けど、この数年、スイスから帰ってきてもスーツケースは返してくれなかったのでそう思ってた。
 あ、そうか。私は赤いスーツケースを使いたいんだな、と思った。
 こういう時、私が使いたいと言えない、のはなんでなんだろうな、と思った。
 なんか頭が先回りして、怒られるようなイメージがあるな。
 賢治さんの持って行ったのは1個は奈々ちゃんが持ってて、1個は美代子さんが管理しているっぽい。(まだ返信無い。)
 奈々ちゃんに対しても使うつもりにしてるのかなとか考えちゃうな。
 自分が使いたいっていうのがただあるだけなのに、なにか言えないのがある感じ。
 そういう自分で勝手にいらいらしちゃう原因があるんだな、って思った。

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Prevenção de acidentes [07/09/2020]

Aquele dia o Félix cortou o dedo de novo na marmitaria e a gente conversou sobre assunto no encontro as one da academia, eu fiquei com isso na cabeça e hoje trabalhando eu pensei o seguinte e vou tentar escrever.


Ali no trabalho as facas estão afiadíssimas e qualquer um segundo de descuido é suficiente para cortar o dedo, acontecer um acidente.


Enquanto trabalha, dá vontade de olhar o relógio, as vezes vem alguém falar alguma coisa, às vezes a cabeça vai para algum pensamento, então, acho que para não acontecerem acidentes o problema não está em fazer concentrando no trabalho. 


Por mais que queira, estar constantemente plenamente concentrado eh impossivel.


Acho que precisa incorporar uma maneira de trabalho onde cada movimento do corpo está baseado em não acontecer acidentes.

Acho que nao eh exagerar tentar chegar a um ponto que mesmo que os olhos não vejam, os movimentos são seguros e precisos.


Ao aprender violão clássico, a premissa básica é que cada nota seja bonita, perfeita. Vai aprendendo a partir disso. Além disso, a postura do corpo, tocar sem precisar fazer forca, de maneira que mesmo tocando por muito tempo não fique cansado no final. Depois de estabelecer isso vai trabalhando devagarinho a velocidade e a técnica. 


Qualquer coisa eh assim, esporte, dirigir um carro.

No caso do trabalho, de maneira que não aconteça acidentes, que o corpo não canse, acho que se não trabalhar cada movimento do corpo visando isso, alguma hora vai acontecer um acidente.


Primeiro de tudo eh se estou realmente buscando uma maneira de trabalhar que não tem em absoluto nenhum acidente. 

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Dinheiro, segurança (?), espelho e criança

Conversando na reunião hoje, percebi que embora racionalmente eu entenda que o dinheiro não seja uma necessidade em si e que talvez não seja o que a minha essência realmente queira, ele entra como algo que preenche para mim uma parte de mim que queria muito segurança e uma certeza de uma sobrevivência digna, com conforto e paz. Só que acaba sendo algo muito ilusório porque o dinheiro é por definição algo que acaba, e fica meio estranho buscar um preenchimento dessa vontade de segurança com algo finito, e me parece que o medo da perda e da pressão por TER mais e mais vem dessa escolha de usar o dinheiro como essa estratégia de preenchimento.


Ao mesmo tempo, parece que o caminho passaria por abraçar a possibilidade de que essa segurança não exista, não seja possível, ao olhar a natureza vejo que as coisas estão em constantes mudanças, olho para mim e para as coisas à minha volta e VEJO e ACREDITO nelas paradas, mas já me convenceram que os átomos e micropartículas estão em constante movimento, então não seria a própria ideia de segurança atrelada a estabilidade uma ilusão?


O desenho da vaquinha e a reflexão proposta fazem muito sentido para mim e já há algum tempo venho tentando olhar para as coisas que me chamam a atenção em outras pessoas e invocam reações de raiva ou repulsa tentando virar esse espelho para mim mesmo e tentar ver o que essa raiva e repulsa talvez informem sobre mim mesmo, talvez uma parte de mim que eu esteja querendo não ver e excluir? Se eu faço parte da humanidade, e também as pessoas que agem de formas que para mim são repugnantes, será que eu não tenho dentro de mim as mesmas coisas que levam elas a essas ações?


Me entristece olhar para o trecho que fala da criança e da fofura daquele olhar mais “puro”, sinto um luto e uma tristeza por uma leveza e uma curiosidade que em algum ponto eu sinto que perdi (ou escondi bem fundo?) e estou tentando achar de volta e juntar essas pecinhas. E uma vontade de sim olhar com carinho, respeito e levar a sério as crianças à minha volta e principalmente essa criança dentro de mim que ficou esquecida e desprezada, por mim mesmo.

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emoções negativas

se elas surgem automaticamente,
é possível eliminá-las?
parece difícil . . .

ok, mas posso olhar com carinho esse eu
de onde surgem estas negatividades:
como um avô olhando o neto . . .

ok, mas posso deixar de ficar segurando.
relaxando os músculos, abrindo a mão . . .

ok, vamo lá . . .

céu de minas

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um dois três e

Alerta: teoria à vista; depois melhora, não desistam

                Hobbes é um filósofo moderno da corrente contratualista, segundo a qual a sociedade se formou a partir de um contrato. Esse contrato é o acordo de que algumas liberdades deveriam ser restringidas para que houvesse segurança e paz; e assim teria surgido o Estado e suas leis. Historicamente, o Estado não surge para garantir a paz, mas para controlar as terras, os territórios nacionais, fazendo uso da violência para isso. Apesar dessa inconsistência, a ideia de contrato social reverbera em mim.

Quando penso em “formar” uma comunidade voltada para a pesquisa e para a felicidade das pessoas, me pergunto: por que não posso fazer isso agora mesmo com qualquer um? como iniciar essa realização? Parece que o estado “natural” da sociedade de hoje é o da desconfiança entre as pessoas, que se comportam para agradar umas às outras e assim garantir algumas trocas benéficas para si. Então, me pergunto, como será a transição desse estado para o de tranquilidade em se expressar a partir do coração?

Eu não quero a partir de mim mesma agir com espontaneidade e me sentir vulnerável com isso (na verdade, acho que nem se eu quisesse conseguiria ser assim de uma hora pra outra). Penso que quero fazer um acordo, um contrato: a partir de agora vamos todos ser espontâneos e lidar com isso juntos através da pesquisa. Me vêm à mente a cena de um filme que não lembro qual, que é uma roda de homens apontando cada um uma arma para o outro, de um jeito que todos estão apontando e sendo apontados ao mesmo tempo. Nesse momento a cena congela, porque se um atirar todos atiram. Eles estão presos na própria teia que formaram. Se alguém abaixar a arma, vai se tornar automaticamente o mais vulnerável de todos. Minha impressão é que devia ter uma fala do tipo “um dois três, todo mundo abaixa a arma”. E só assim iriam se liberar dessa paralisia. Em termos mundiais, podia ser os países destruindo suas bombas nucleares.

Esse é um exemplo dramático para ilustrar como estou enxergando as relações de aparência baseadas na insegurança. Acho que vivemos no modo “quando o outro baixar a guarda eu baixo também”, mas o outro pensa a mesma coisa e no fim ninguém se libera. Será que é a intenção de viver sem armadura que vai construir a sociedade livre? Acho que ninguém gosta de carregar o peso da armadura, mas todos o fazem para se preservar, mesmo que para isso tenham que perder em liberdade e amizade verdadeira.

Onde está a segurança que não precisa de armadura? Como começar? Seria dentro de mim, reconhecendo as defesas que construí ao longo da vida? Acho que em um ambiente intencionalmente receptivo, as armaduras ficam mais evidentes, porque gera desencaixes do tipo “nossa, por que usei essa bazuca para matar essa mosquinha?”. O ambiente acolhedor facilita perceber as defesas, porque elas se tornam inúteis. E de fato, não são tão úteis assim né.  

*Depois que eu li o que eu escrevi pensei que não faz muito sentido dizer “começar”. Esse bonde já tá andando há um tempo e eu subi nele em movimento ~~

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Eu estou reagindo ao quê?

Pegando onda com o pessoal que fez o Curso para conhecer a si, fiquei esses dias mais observadora das minhas reações, acabei anotando várias. A pergunta sobre “ao quê dentro de mim que eu estava reagindo?” está lá, vou pensar com calma.

Levantei cedo e mais tarde fiquei com sono novamente. Voltei para a cama, os pensamentos indo e vindo enquanto eu quase dormo.Aí apareceu: “Preciso falar com André sobre o  reembolso da minha passagem.”  E acabou a calma sensação de logo pegar o sono. Sinto algo um pouco agitado dentro de mim.
Penso: “Como o convenço a pagar?””Quais argumentos…?”Eu estava reagindo ao quê?

Eu uso um relógio de pulso, um modelo velho daqueles relógios digitais que eu acho feinho mas prático e com uma pulseira metálica que eu gosto.Hoje terá uma reunião com uma galera de jovens amigos de alguns participantes dos cursos da Escola ScienZ aqui na Suíça. Ouvi dizer que são pessoas que têm muita experiência com técnicas como “Espelhar” ou “Fórum”. Eu estou me sentindo levemente tensa sobre o que eles vão pensar de mim. Pensei em não usar o relógio pois vão pensar que sou uma pessoa brega. Eu estou reagindo ao quê?

Eu: Ono, se Andre te leva de carro para o aeroporto, vc vai sair na mesma hora como se vc fosse pegar o trem, as 9 hrs.Ono: É, mas se for de trem, ainda é um pouquinho mais cedo.Eu sinto um claro enrosco dentro de mim.Penso: Esse cara insiste por causa de 5 minutinhos, ele sempre tem que ter razão.Sentimento de julgar, repreender, criticar o Ono.Eu estou reagindo ao quê?


Eu: Nossa, Andre, aqui tem ferramentas para tudo!Andre: É que nos aqui não temos como bancar um monte de funcionários como vcs  aí no Brasil, temos que nós mesmos fazer as coisas.Eu sinto um claro enrosco dentro de mim.Penso que ele acha que nós somos ricos e folgados.Fico toda atrapalhada, não sei mais o que falar.Sentimento que o Andre faz me sentir mal.Eu estou reagindo ao quê?

Compartilhei um vídeo com a minha família sobre um trem suspenso na Alemanha, uma construção que achei interessante.O Fe comenta:  “parece um tanto superdimensionado”.Penso: Moleque, vc não sabe nada sobre a coisa e tá falando como se soubesse.Sentimento de julgar, de reeprender, de criticar o Fe.Eu estou reagindo ao quê?

Eu estou passando aspirador na casa onde eu fico atualmente.Não tem tomada perto e fico puxando o cabo até não sair mais.Depois de terminar percebo umas marcações no cabo, fitas amarelas e vermelhas.Penso: Putz, será que essas marcações significam algo? Tipo “não puxar além dessa marca”? Será que fiz algo ruim?Sinto apreensão, quero esconder.Estou reagindo ao quê?

Estou tentando colocar o cabo de volta, apertando o botão, mas o cabo não entra dessa forma automática, nem tentando enfiar para dentro na mão.Penso: Realmente puxei demais…estou frita. Estou com um problema. A sensação é de medo de ter que falar que eu fiz merda.Tento ver se consigo fazer alguma coisa para consertar, mas não acho nada no momento.

Quando eu guardo o aspirador, percebo que eu tento esconder o cabo atrás do aspirador para o pessoal da casa não ver.Fico pensando no porque eu estou fazendo isso? Estou reagindo ao quê?

Estou conversando com Ono e Hans.
Hans fala: Como fala PSEUDO em japonês?Eu: Hm, não sei, peraí, talvez…Ele: Vc teria que saber essas palavras já que vc está traduzindo.Sinto algo estranho.Orelha puxada. Tipo: Sim, eu sei, eu não estou sendo boa o suficiente, me desculpa.Depois contra-ataque dentro de mim: Mas vc também não é exatamente um gênio.Estou reagindo ao quê?

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final de caminhada domingueira

vejo →→→→→ penso

dizem que esse [ →→→→→ ] tem um tempo real de 0,5 segundos.

o que acontece nesse espaço de tempo?

o que aconteceu dentro de mim, nesse [→→→→ ] ?

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Antes e depois do estagio como Zelador do Seminario em Julho

18 07 2020 – O video da academia
Essa semana saiu o vídeo da academia onde eu apareço. Ao assistir o vídeo me veio uma reflexão sobre o tempo que estou aqui, as coisas que aprendi, o quão grande foi tudo isso dentro da minha vida. 
Quero que outras pessoas tenham a mesma oportunidade que eu tive.
Vou participar do seminário a partir de amanhã levando esse sentimento..

25 07 2020 – Estágio como zelador do seminário
É a terceira vez aqui como estagiário no seminário as one, foi a primeira vez que puxei alguns temas.
Eu pensei agora em pesquisar tal tema, por favor escrevam no quadro.
Depois de cada um apresentar e ouvir a conversa um dos outros teve algo que pensou?
Todo mundo fala o que pensou. Depois dessa rodada olhei para o relógio e ainda tinha uma hora para essa rodada de pesquisa.
Ai eu pensei: e agora que que eh para fazer mesmo?? 
O Koichi San estava la, eu pensei que poderia deixar para ele puxar e tocar o seminário, mas isso me serviria para aprender alguma coisa? Então eu tentei fazer o que dava para fazer como zelador a partir do eu agora. 
O que eu pensei eh que uma dos trabalhos do zelador eh conseguir realizar o clima do Encontro As One e dai pesquisar a partir do zero com as pessoas que estão ali: como será na verdade?
O quanto que o eu consegue pesquisar a partir do Zero como será na verdade?
Com certeza tem isso durante os encontros, mas também no dia a dia, quanto eu vivo com este ponto de vista? Quanto que eu consigo usar o método ScienZ?
Ao olhar o Koichi fazer vou percebendo as maneiras de falar, os jeitos de avançar com os conteúdos, mas alem disso como será o estado de coração do Koichi? O quanto ele está seguro e sendo ele mesmo? Se ele está pesquisando a partir do Zero. Observar isso foi muito interessante.
Acho que tem também o papel do zelador nos momentos alem do encontro de pesquisa dos temas. Acho que tem o ponto de vista de ir olhando os participantes e tentando ver o quanto eles estão se sentindo seguros e podendo aproveitar o conteúdo, mas acho que no final da semana minha consciência sobre isso foi ficando fraca.
Tinham três participantes de 20 e poucos anos que iam todos os intervalos fumar cigarro la fora da casa. Ao longo da semana foi ficando divertido estar com eles e acabei entrando para o grupo deles. No sexto dia o Takki me chamou para ir caminhar, mas naquela hora eu quis ficar com eles conversando e fumando. Depois eu pensei que teria sido legal ter ido naquele momento passear com o Takki a dois.
Acho que naquela hora tinha uma vontade de ouvir a conversa deles, mas talvez não só isso. Eh um estado de coração que faz apenas o que pensa que quer fazer.
Posso fazer varias coisas, tudo bem não fazer varias outras coisas, mas afinal o que será que estava fazendo la como zelador?
Uma impressão que ficou das outras vezes foi de ouvir o Hiroya que falou algo como: a tanto que se conhece a respeito do seminário eh o tanto que ele se realiza. Com todos os elementos que tem no seminário, o que esta tentando se fazer em uma semana, qual seu objetivo?
Senti algo diferente neste aspecto em relação as outras vezes que participei como zelador. 

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Uma observação hoje

Eu ouvi o Hans conversando com Ono. O Hans falou meio para ele mesmo: “Como se fala mesmo “garçom” em japonês?”

Eu ouvi isso e queria sumir.

Senti um medo muito grande de o Hans se virar, olhar para mim e perguntar “como se fala “garçom” em japonês?”

Pois eu não sei.

Enquanto eu estava sentada lá, implorando para o Universo de o Hans me ignorar, tentei encontrar a palavra, só achei na minha cabeça o inglês “waiter”, fiquei um pouco mais calma por ter pelo mesmo alguma coisa para falar se ele fosse perguntar, de não ter que falar “Eu não sei”, mas junto ainda veio o medo de o Hans rir de mim e falar “Isso não é japonês, vc não sabe?”

Eu estava reagindo ao quê? De onde vem esse medo de ser “desmascarada”?

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